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Calendário de filmes | DC e Marvel [2017 a 2020]

Calendário de filmes | DC e Marvel [2017 a 2020]

DC Marvel 

Confira as datas dos próximos lançamentos baseados nas HQs da Marvel e da DC nos cinemas:

2017

2 de março - Logan (Fox)
27 de abril - Guardiões da Galáxia Vol. 2 (Marvel Studios)
1º de junho - Mulher-Maravilha (Warner Bros.)
6 de julho - Homem-Aranha: De Volta ao Lar (Marvel Studios/Sony Pictures)
2 de novembro -  Thor: Ragnarok (Marvel Studios)
16 de novembro - Liga da Justiça  (Warner Bros.)

2018

15 de fevereiro - Pantera Negra (Marvel Studios)
26 de abril - Vingadores: Guerra Infinita - Parte 1 (Marvel Studios)
5 de julho - Homem-Formiga e Vespa (Marvel Studios)
26 de julho - filme do universo compartilhado da DC na Warner Bros. (possivelmente The Batman)
4 de outubro - Aquaman (Warner Bros.)
20 de dezembro - longa-metragem animado do Homem-Aranha (Sony)
Sem data - Deadpool 2 (Fox)
Sem data - Novos Mutantes (Fox)

2019

28 de fevereiro - Capitã Marvel (Marvel Studios)
4 de abril - filme do universo compartilhado da DC na Warner Bros. (possivelmente The Flash ou Shazam!)
2 de maio - Vingadores 4 (Marvel Studios)
13 de junho - filme do universo compartilhado da DC na Warner Bros. (possivelmente Liga da Justiça - Parte 2)
4 de julho - Homem-Aranha: De Volta ao Lar 2 (Marvel Studios/Sony Pictures)

2020

2 de abril - filme do universo compartilhado da DC na Warner Bros. (possivelmente Ciborgue)
30 de abril - filme não anunciado da Marvel (Marvel Studios)
23 de julho -  filme do universo compartilhado da DC na Warner Bros. (possivelmente Green Lantern Corps)
9 de julho - filme não anunciado da Marvel (Marvel Studios)
5 de novembro - Filme não anunciado da Marvel (Marvel Studios)

Vencedores do Óscar 2017

Emma Stone venceu o Oscar de Melhor Atriz 
© REUTERS/Lucy Nicholson Emma Stone venceu o Oscar de Melhor Atriz 

Resultado de imagem para oscars 2017

Conheça todos os vencedores da 89.ª edição dos Oscars.

Melhor Filme

"Moonlight"

Melhor Realização

Damien Chazelle, por "La La Land: Melodia de Amor"

Melhor Ator

Casey Affleck, por "Manchester by the Sea"

Melhor Atriz

Emma Stone, por "La La Land: Melodia do Amor"

Melhor Ator Secundário

Mahershala Ali, por "Moonlight"

Melhor Atriz Secundária

Viola Davis, por "Vedações"

Melhor Fotografia

"La La Land: Melodia de Amor", Linus Sandgren

Melhor Argumento Adaptado

"Moonlight", Barry Jenkins

Melhor Argumento Original

"Manchester by the Sea", Kenneth Lonergan

Melhor Filme Estrangeiro

"O Vendedor", de Asghar Farhadi (Irão)

Melhor Filme de Animação

"Zootrópolis", de Byron Howard, Rich Moore e Clark Spencer

Melhor Documentário

"O.J.: Made in America", de Ezra Edelman e Caroline Waterlow

Melhor Documentário Curta-metragem

"The White Helmets"

Melhor Curta-metragem de Imagem Real

"Sing"

Melhor Curta-metragem de Animação

"Piper", Alan Barillaro e Marc Sondheimer

Melhor Direção de Arte

"La La Land: Melodia de Amor"

Melhor Montagem

"O Herói de Hacksaw Ridge"

Melhor Caracterização

"Esquadrão Suicida", Alessandro Bertolazzi, Giorgio Gregorini e Christopher Nelson

Melhor Guarda-roupa

"Monstros Fantásticos e Onde Encontrá-los", Colleen Atwood

Melhor Banda Sonora Original

"La La Land: Melodia de Amor", Justin Hurwitz

Melhor Canção

"City Of Stars", do filme "La La Land: Melodia de Amor" , Justin Hurwitz, Benj Pasek e Justin Paul

Melhor Montagem de Som

"O Primeiro Encontro", Sylvain Bellemare

Melhor Mistura de Som

"O Herói de Hacksaw Ridge", Kevin O'Connell, Andy Wright, Robert Mackenzie e Peter Grace

Melhores Efeitos Visuais

"O Livro da Selva", Robert Legato, Adam Valdez, Andrew R. Jones e Dan Lemmon
“Obrigado, Donald Trump. Lembram-se do ano passado, quando parecia que os óscares eram racistas?”

“Obrigado, Donald Trump. Lembram-se do ano passado, quando parecia que os óscares eram racistas?”


Este não é um ano normal para a Academia – poucas vezes terá havido tanta expectativa para saber se o apresentador encarregado de apresentar a maior cerimónia de Hollywood se atreve a aventurar-se pelos caminhos da política, e na passadeira vermelha que antecedeu o arranque destes óscares a tendência pareceu ser a de contornar o assunto Trump.

Mas então, depois de uma bem disposta atuação de Justin Timberlake com a sua “Can’t Stop This Feeling”, do filme “Trolls”, apareceu Jimmy Kimmel, o apresentador desta edição, para nos esclarecer sobre as suas intenções relativamente a piadas políticas. “Alguns de vocês poderão subir ao palco e fazer um discurso que será comentado pelo presidente dos Estados Unidos, no Twitter, às cinco da manhã”, gracejou o apresentador, num dos momentos que arrancaram gargalhadas ao público presente.

O presidente foi o tópico de várias das piadas do habitual monólogo de abertura, e especialmente do primeiro momento a merecer uma ovação em pé. Lembrando o discurso dos Globos de Ouro de Meryl Streep, em que a atriz criticou o presidente e recebeu como resposta um tweet em que Trump a considerava “sobrevalorizada”, Kimmel pediu uma ovação de pé para a atriz, que ironicamente caracterizou como “sobrestimada” e protagonista de trabalhos “medíocres”. Para terminar o momento, mais uma referência ao universo Trump: “Bonito vestido, é da Ivanka?”.

As referências a temas políticos foram geralmente bem recebidas, com aplausos para o apelo à união entre “pessoas que discordam” – que aproveitou como pretexto para mais uma piada sobre a sua eterna relação estilo cão e gato com Matt Damon, também ali presente como produtor de “Manchester by the Sea” – e os habituais gracejos sobre o regresso de Mel Gibson, que pareceu reagir bem às piadas de Kimmel: “Estás com bom aspeto. A cientologia está a resultar”.

Sobre os tempos que vivemos, houve um agradecimento para Donald Trump (“Lembram-se do ano passado, quando parecia que os óscares eram racistas?” foi a piada recebida com risos entusiastas do público presente) e referências irónicas às histórias de “Hidden Figures” e “La La Land” (“Os negros salvam a NASA e os brancos salvam o jazz. É a isto que se chama progresso”).

Também houve gracejos sobre Isabelle Hupert, nomeada para melhor atriz principal por “Elle”, e Viggo Mortensen, concorrente a melhor ator por “Captain Fantastic”: “É bom quando a Academia reconhece o méritos de filmes que as pessoas não veem”.

Kimmel ainda teve tempo, antes de dar início oficial à cerimónia, uma incursão pelas expectativas desiguais que mulheres e homens enfrentam na indústria, com um comentário aos quilos que Andrew Garfield teve de perder para protagonizar “O herói de Hacksaw Ridge”: “É a maior transformação física feita desde… qualquer papel por qualquer mulher, em qualquer filme”. O ator reagiu com bom humor.

Fonte: Expresso